El legado de la Madre Xanda en el municipio de Lafaiete Coutinho / Ba: género, identidad y trabajo de dar a luz
Palabras clave:
identidad, madre Xanda, mujerResumen
Este artigo busca compreender como a parteira Alexandrina Constantina da Silva, conhecida como Mãe Xanda viveu no distrito de Três Morros no município de Lafaiete Coutinho/BA, exercendo o ofício de parteira, além de representar uma mulher de assistência marcada pelo afeto entre as famílias locais. Recorre-se aqui a metodologia da Historia Oral (HO) cruzando informações com documentos coletados em instituições locais, pois os mesmos sem dúvidas dão subsídios e suporte para a escrita do trabalho da pesquisa. Autores como Thompson (1992) mostram que a História Oral como metodologia e técnica, pode dar grande contribuição para a reconstituição da memória social, sendo necessário preservar para não cair no esquecimento. Nesse viés, analisar a permanência dos símbolos étnicos na trajetória de Mãe Xanda, reconhecida como uma mulher de matriz africana, viúva, pobre, que construiu sua identidade enfrentando os ditames de grupos hegemônicos criando estratégias de resistência.
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Citas
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Notas aclaratorias
A ética do cuidar pressupõe uma obrigação sem discussão para as mulheres e configura-se no dever de cuidar, como se elas fossem responsáveis por cuidar do outro, enquanto para os homens seria a ética da justiça, ou seja, o cuidado como um dever meramente de respeito às pessoas protegendo-as de qualquer interferência em sua autonomia ou nos direitos à vida e à auto-realização. (Zoboli, 2004)
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